PROGRAMAÇÃO MOSTRA VOCACIONAL MULHERES

 

TEATRO FLAVIO IMPÉRIO

30/07 – domingo

14h30

Performance

O sagrado, a magia e sedução

(30 min)

Coletivo Herdeiras de Sallem – Gabriela Gonz, Ingride Rayane, Klebs Lanza.

Herdeiras das tradições matriarcais dos tempos em que a principal divindade era a grande mãe terra, a cena trás as bruxas que reaparecem hoje na pele dos que gritam e são julgados diferentes, esquecidos, freaks. Na cena a violência contra a mulher e o transgênero que dizem basta as suas dores e silêncio.

 

15h

Teatro

Fêmea – alvo de caça

(30 min)

Coletiva Calcinha de Véia

Atuação, direção, dramaturgia, concepção: Yamã Abreu e Tainara Silva.

Orientação: Lígia Helena

Provocação: Talita Araújo

Perguntas sobre a violência de Estado em relação às mulheres prostitutas. Rejeição, preconceito, descaso, violência psicológica, violência física e as consequências das opressões de Estado nas relações diárias destas mulheres. Aludindo às personagens Célia e Meire, de Abajur Lilás, de Plínio Marcos, as atrizes e criadoras Yamã Abreu e Tainara Silva provocam o público a pensar mulher em uma das condições mais extremas a que a sociedade machista impõe.

 

15h

Intervenção urbana

Nós

Criadoras interpretes: Letícia Viturianna, Michelle Lomba, Victória Barros e

Thainá Gonçalves.

Orientação artística: Michelle Lomba

Nós instaura memórias, desnaturaliza violências psicológicas e verbais presentes no cotidiano feminino, provoca reflexões, dialoga com o transeunte e com o espaço a partir de corpos femininos diversos. Nós em nos.

 

CENTRO CULTURAL DA PENHA

26/07 à 30

Exposição

A sublima ação da dor

A Arte como sublimação da dor sem lugar da palavra.

Artista: Islene Santos

 

Exposição e videoarte

Carmem Munhoz

 

Exposição

Ferro a Carvão

Isis Denser

 

27/07 – quinta

19h30

Dança

Corpo que carrega – histórias da maternidade real

(15 min.)

Mariana Ramos da Silva e Mell Silva Feresin

Corpo que carrega: mãe e filha descobrem seus movimentos, enquanto uma aprende a se equilibrar e a andar a outra sente seus movimentos e danças  permeando esse novo universo, de um corpo que carrega.

 

20h

Teatro performance

Narrativas Enviesadas de Mulheres Viajantes – Experimento I

(45 min.)

Cia Ida – Teatro e Itinerância: Alice Nascimento e Ana Claudia Castro Duas mulheres viajantes chegam a uma nova cidade, enquanto buscam informações para se localizarem, narram suas histórias de viagem. Estranhamentos, narrativas e o jogo com o público se entrelaçam constituindo diferentes pontos de vista sobre o ser mulher e sua relação com a rua. Uma reflexão sobre os papéis sociais designados a mulher, uma provocação e um convite a sair de casa.

 

29/07 – sábado

 

14h

Dança

Corpos invisíveis

(10 min)

Raquel Flor Nunes

Representação do corpo em estado de vulnerabilidade, sujeito a ser atacado, ofendido, até mesmo violado. Uma tentativa de abordar reflexões sobre as “sutís” violências (psicológicas, físicas, sexuais e morais) que figuras femininas sofrem constantemente. Corpos que não aceitam mais serem controlados pelos padrões de beleza e comportamento impostos pela mídia e sociedade.

 

 

13h30

Teatro

Os Quitutes Das Senhoras Do Samba

(50 Min.)

Concepção Cia Burila Teatro Atuação Catia Pires E Denise

Guilherme Artista Convidada Calu Baroncelli Direção Cia Burila

Teatro Dramaturgia Cia Burila Teatro

Os Quitutes Das Senhoras Do Samba, espaço de troca afetiva em que atrizes e público contam e cantam as histórias das mulheres no samba.

 

TENDAL DA LAPA

 

26/07 à 30

 

Instalação poética

Eufeminismo

Artista: Cibely Zenari

A poesia extrapola os suportes tradicionais e ganha os seguintes formatos: I neologismos (palavras criadas) pintados com sangue menstrual. As palavras são relativas ao universo simbólico e anatômico feminino, como por exemplo eufeminismo e clitolírico. II. poema-bobina: poemas de autoria própria manuscritos na horizontal em papel bobina e amarrados com fita, como um pergaminho.

 

29/07 – Sábado

 

11h

Literatura

Sarau Escambinho

O Sarau Escambinho é uma versão infanto-juvenil do Sarau Escambo, criado em 2016 pelos jovens monitores culturais que atuavam no CFCCT. Tem como objetivo a prática da leitura de crianças e adolescentes.

 

30/07 – domingo

 

15h

Dança

30 min de desabafo, você me escuta?

(30 min)

Artista: Amanda Neves

É feita a narrativa de uma carta escrita por uma mulher, que atravessa os dias, questionando se de fato viveu uma relação abusiva. Na carta a trechos na 1 e 3 pessoa e a cada palavra chave, seu corpo toma outras indagações.

 

15h

Grafitti

O sagrado feminino do cotidiano

Carolina Velasquez

Criação de um mural grafitti que tem como tema o Universo Sagrado Feminino.

 

15h30

Performance

Confronto Concreto

(50 min.)

Cia 4:33 – Bruno Costa/Arcadia, Viny We, Joseph Nauvoo e Wellington Cruz

Confronto concreto é um confronto direto no concreto da censura. É manchar a cidade linda, é gritar aonde o silêncio foi imposto. Um ato, um desdobramento, jogo, disputa, partida, luta, guerra, briga, combate, natureza apresentada por qualquer corpo de conhecimento singular, individual, passível de ser captado pelos sentidos que é real, existente, verdadeiro ou não. Um diálogo com o som, com o ruído, com a musica e com o espaço.

 

16h

Teatro e Dança

M.U.L.H.E.R – Meios Utópicos de Luta contra a Hipergenitalização como Embate e Resistência.

(120 min.)

Coletiva ELAS

Direção: Rafaela Castro, Yasmim Xavier e Murilo Gaulês

Atuação: Cristina Bonoto, Yasmin Xavier e Rafaela Castro

Preparação vocal: Cristina Bonoto

Cenas que se configuram nos pontos de partida para o processo de pesquisa em desenvolvimento do projeto M.U.L.H.E.R, que busca tratar da construção de meios de resistência e de contestação política, projeto este contemplado pelo VAI I deste ano.

 

CENTRO CULTURAL VILA FORMOSA

 

23/07 – domingo

 

18h

Dança

Inadequado cotidiano

Dança/Performance (40 min)

Intérpretes criadores: Bruno Costa, Ricardo Souza, Nádia

Cristina, Camila Santos, Gabriela, Noriáh, Laís

Orientação artística: Dani Duran

Fragmentos de pesquisas dos vocacionados do Teatro Zanoni Ferrite, a fim de compartilhar processos e instigar o público a refletir sobre uma dança que explora e investiga movimentos frenéticos, cotidianos, desembocando em uma dança inadequada; que se propõe refletir a desconstrução dos padrões heteronormativos, machistas, fascistas e oportunistas de uma sociedade patriarcal.

 

TEATRO CACILDA BECKER

25/07 – terça-feira

 

19h30

Leitura dramática

Peixe de estimação

(45 min)

Grupo Sensório-Cena

Direção e Dramaturgia: Heloísa Cardoso

Atuação: Raquel Médici e Abmael Henrique

Fragmentos da vida de uma mulher que tem um peixe vivo alojado dentro do próprio corpo. A trajetória dessa mulher, da infância até a velhice, gira em torno de sua relação com o peixe. Pesquisa dramatúrgica sobre a criação de um imaginário feminino pautada na quebra das lógicas machistas que sustentam nossas narrativas.

 

CENTRO DE CULTURA NEGRAS JABAQUARA

 

28/07 – sexta

 

15h

Teatro

Marias de mim

(10 min.)

Stela Alves

Apresentação cênica da poesia “Marias de mim” de Isabela Penov, que mostra as inúmeras realidades onde as mulheres enfrentam o machismo.

 

 

15h

Teatro

Ás 6, na estação

(40 min.)

Atuação Alessandra Ribeiro, Denise Magalhães, Caio Bigliazzi, Lili Colonese,

Lúcia Branco e Thaís natel

Sonoplastia André Castelani

Orientação corporal: Lúcia Branco

Encenação e provocações: André Castelani e Renato Jacob 6 mulheres se encontram numa plataforma de trem. Este encontro provocada e expressa fisicamente o que guardam dentro de si.

 

 

16h30

Dança

Resistir

Dança Contemporânea (10 min)

Stela Alves – solo

Meu corpo resiste ao meu desejo de caminhar, olhar, pensar. Tudo em volta me leva a resistir, discutir e entender. Ou não posso ser só o avesso.

 

CENTRO DE FORMAÇÃO CULTURAL CIDADE TIRADENTES

 

26/07 – quarta-feira

 

16h

Teatro

Teatro Fórum

(50 min)

Núcleo Poéticas Políticas ELT – Escola Livre de Teatro de Santo André

Orientação Laura Brauer

O grupo compartilha uma técnica do Teatro do Oprimido de Augusto Boral e convida para uma discussão cênica que pretende ampliar as estratégias de libertação de uma oprimida.

 

17h

Teatro

A estória de Antonia Ferreira da Silva

(5 min.)

Aline Ferreira Silva Antônio

Uma jovem nordestina, que acaba de chegar na cidade grande, cheia de garra e coragem, se apresenta para a nova realidade, desafiando o desconhecido. A proposta tem em vista, reforçar a importância da apropriação cultural e identidade regional do povo nordestino. Que ao migrar para cidade grande quase sempre é recepcionado com discriminação e preconceito.